
A região de Sorocaba apresentou um crescimento de 126% nas vendas de imóveis entre janeiro e outubro de 2025, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado é de uma pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP).
O número de locações também registrou alta no acumulado do ano, até outubro. O estudo mostra crescimento de 142,47% nas locações em 2025, sinalizando que Sorocaba continua sendo um dos polos mais dinâmicos do estado.
Para o CRECISP, os números refletem uma região que cresce de forma estruturada, beneficiada pela expansão habitacional, pela distribuição equilibrada de oportunidades entre casas e apartamentos e pela atuação constante dos corretores, que têm conseguido responder à procura com profissionalismo e eficiência.
“Esse conjunto de fatores indica que o mercado imobiliário sorocabano segue robusto e preparado para manter o ritmo de crescimento, acompanhando o desenvolvimento urbano e social da região”, relata o comunicado do conselho.
Para a pesquisa, foram consultadas 79 imobiliárias das cidades de Araçoiaba, Da Serra, Boituva, Capela Do Alto, Ibiúna, Itapetininga, Itu, Pilar Do Sul, Porto Feliz, Salto, São Roque, Sorocaba, Tatuí e Votorantim.
Vendas em outubro
A média de valores das casas e apartamentos vendidos no período ficou acima de R$ 500 mil. A maioria das casas era de 2 dormitórios, com área útil entre 50 m² e 200 m².
A maioria dos apartamentos vendidos era de 2 dormitórios, e área útil de 50 m² até 100 m².
Segundo o estudo, 14,3% das propriedades vendidas em outubro estavam situadas na periferia, 45,7% nas regiões centrais e 40% nas áreas nobres.
Com relação às modalidades de venda, 48,5% foram financiadas pela CAIXA, 33,3% por outros bancos, 3% diretamente pelos proprietários, 12,1% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 3% no período.
Locações em outubro
A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas e apartamentos ficou em R$ 1.500 até R$ 2.000. A maioria das casas era de até 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil.
A maioria dos apartamentos era de até 2 dormitórios com até 50 m² de área útil.
As principais garantias locatícias escolhidas pelos locatários foram o seguro fiança e o depósito caução. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (48%), na região central (17%) e nos bairros mais nobres (34%).
E daqueles que encerraram os contratos de locação, 52,4% não informaram a razão da mudança, 38,1% optaram por aluguéis mais baratos, 9,5% para aluguéis mais caros.


