
A cidade de Sorocaba foi a segunda do interior de São Paulo que mais gerou empregos em 2025. O município finalizou o ano passado com saldo positivo de 4.739, ficando atrás apenas de São José dos Campos (6.219).
Em todo o estado, Sorocaba ficou na 6ª posição. À frente estão a capital paulista (97.391), Osasco (24.587), Guarulhos (13.129), Barueri (10.850), Santos (6.662) e São José dos Campos.
Na região de Sorocaba, destaque também para Tatuí, que ficou na 14ª posição, com 2.666 novos empregos. Capela do Alto também teve uma alta geração de empregos, fechando 2025 com 1.897 novos postos de trabalho; além de Itu (1.078), São Roque (1.047), Indaiatuba (930), Porto Feliz (913) e Salto (865).
Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Números estaduais
O estado de São Paulo criou quase 300 mil vagas de emprego com carteira assinada em 12 meses e registrou o maior salário de admissão em seis anos.
De fevereiro de 2025 a janeiro de 2026, o saldo de vagas no estado ficou em 286.743, alta de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Assim, SP foi responsável por criar em 12 meses 24% do total de vagas no país (1.228.483). No mês de janeiro, o estado criou 16.451 vagas.
São Paulo – vagas criadas
Janeiro: 16.451
12 meses: 286.743
Sudeste
Janeiro: 13.301
12 meses: 481.216
Brasil
Janeiro: 112.334
12 meses: 1.228.483
O setores que mais criaram vagas em janeiro no estado de São Paulo foram Indústria (21.528), Construção (15.934) e Serviços (3.001).
Salário
O estado de São Paulo teve ainda o maior salário médio de admissão em janeiro desde 2020, quando o Novo Caged substituiu o antigo Caged, integrando dados do eSocial, Caged e Empregador Web para monitorar o emprego formal mensalmente. O valor foi de R$ 2.702,76, alta de 2,75% em relação a dezembro de 2025 e de 1,93% em relação ao mesmo mês de 2025.
Além disso, o salário de admissão no estado de São Paulo foi o maior do Brasil em janeiro, seguido por Distrito Federal (R$ 2.575,45), Mato Grosso (R$ 2.421,85) e Rio de Janeiro (R$ 2.409,30). No Brasil, o salário foi de R$ 2.389,50, e no Sudeste, de R$ 2.551,61.
Na pesquisa entram dados apenas de trabalhadores com carteira assinada, portanto, com direitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Esses dados são enviados pelas empresas contratantes ao governo federal. E a pesquisa mensal analisa os salários de admissão, ou seja, o que é pago no momento da contratação.


